Como são as revistas japonesas atualmente?

Acho que eu tenho uma tendência a gostar de alguns conceitos antigos. Não é de nenhuma forma algum tipo de “antigamente que era bom”, mas para algumas coisas acho que esses conceitos ainda funcionam bem.

Revistas variam muito em qualidade, mas acho o conceito bom. Acho até que elas funcionam melhor quando fogem do formato semanal. A ideia é que você tenha um tempo de gerar o que vai ser publicado, e deixá-la atrativa em termos de conteúdo e visual.

As revistas japonesas são bem características. Você certamente já viu algumas capas completamente poluídas em termos de quantidade de coisas por centímetro quadrado, e um tipo de diagramação bem característico. Nesse post, nós vamos dar uma olhada em algumas delas e ver como elas são hoje. Será que elas seguem sendo tão características, ou será que o estilo minimalista da Vogue venceu por lá?

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Antes de irmos para as revistas diretamente, acho que é legal comentar algumas coisas sobre o que é popular por lá nesse nicho. Todas as que vamos comentar aqui hoje são na área de “entretenimento”, que geralmente se focam na parte de moda, comportamento, celebridades e afins. Todas elas são focadas no público feminino. Por isso, esse post se refere a esse segmento em específico.

Existe uma variedade enorme de revistas. Como base, vou usar o site no qual eu compro as minhas (Rakuten).

Ah sim, acho que é importante notar que consumo essas revistas digitalmente. Sim, hoje é possível consumir as revistas em formato digital, sem esperar todo o trânsito delas para serem enviadas aqui para o Brasil. Claro, ter a revista em mãos é muito legal e eu gostaria de tê-las em formato físico, mas infelizmente o valor delas somado ao custo de importação (no caso o frete, já que livros não são taxados no Brasil) acaba não valendo muito a pena.

Infelizmente, não são todas as maiores revistas que oferecem a versão digital ainda. Sinceramente, eu não sei exatamente qual a razão. Se alguém quer comprar a versão que não tem os custos de impressão e logística, por que alguém não venderia? Acho que só algum especialista no mercado editorial de lá poderia responder essa. É uma dúvida sincera.

Quanto ao Top 10 das revistas mais vendidas na semana da escrita desse post:


A número 1 das vendas de revistas, bem, não é uma revista. Ele é um produto promocional que comemora cinquenta anos do Peyang Yakissoba Sauce, que tinha uma caixa quadrada bem característica, que foi muito copiada nos anos seguintes. O motivo de ela estar na categoria revista é que isso é uma promoção da revista DIME. Não tem periodicidade específica.

A número 2 é uma revista de investimentos e economia, chamada Diamond Zai. Ela aparentemente foca mais em microeconomia, falando mais sobre onde as pessoas deviam investir e como economizar, ao invés de coisas mais amplas sobre economia no geral. Periodicidade mensal.

A número 3 é uma revista de moda e estilo chamada Lee. O público alvo são mulheres na faixa dos 30-40 anos, publicada pela Shueisha. Periodicidade mensal.

A número 4 é uma revista da NHK, com o nome de “NHK Radio Eikawa”, que parece ser uma revista sobre conversação em inglês. Sendo bem sincero, essa eu realmente não sei exatamente do que se trata, porque eles também não oferecem uma descrição. Periodicidade mensal.

A número 5 é uma revista chamada Chuuki no Hiyoko, que é uma revista sobre maternidade, focando no cuidado de bebês. Periodicidade trimestral.

A número 6 é uma revista chamada MonoMaster. O engraçado é que essa é a pré-venda de uma edição especial que só sai em março. A revista em si é sobre gadgets e tecnologia no geral. Periodicidade bimestral.

A número 7 é a Vivi, que é uma das revistas que vamos ver mais a fundo hoje, embora essa seja uma edição especial com as modelos da revista. É uma revista de entretenimento em geral, mas principalmente focado em moda e celebridades. A periodicidade é mensal.

A número 8 é uma revista chamada SODA, que é focada em música mais especificamente, embora também aborde outros assuntos. Costuma ter entrevistas com músicos e afins. Periodicidade bimestral.
A número 9 é uma revista chamada An An, que é focada no público feminino, geralmente uma das mais populares dependendo da faixa de idade. Ela é sobre variedades, com foco em tendências e entretenimento. A periodicidade é semanal.

A número 10 é uma revista chamada Cam Cam. Em circulação por mais de 40 anos, ela é focada em mulheres jovens, com bastante conteúdo sobre moda, maquiagem e afins. Periodicidade mensal.

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Embora sejam descrições bem breves, acho que dá pra notar como elas são bem variadas em temas e periodicidade. Apesar disso, as revistas com temas mais amplos e sobre entretenimento, tendem a mais frequentemente aparecerem nesse Top 10. Embora várias das revistas de entretenimento sejam também lidas por homens, grande parte delas tem como público alvo principal as mulheres. Dentro disso, as faixas de idade se tornam importantes, mas a maioria das revistas se focam em adolescentes e adultos mais jovens.

Fora dessa faixa mais geral, você vai encontrar um público mais variado em revistas de nicho. Essas são bem menos vendidas, geralmente com periodicidade maior, mas que tem um público bem específico e fiel. Alguns desses nichos são específicos e eventualmente crescem. Um dos exemplos históricos disso foi a Egg Magazine, que era uma revista para jovens e que foi a grande influenciadora da moda das gyarus no final dos anos 90 e durante os anos 2000.

Os preços das revistas variam bastante, mas as revistas mais tradicionais variam entre ¥700 e ¥1200, com edições especiais ou com brindes específicos custando mais caro.

As versões digitais custam mais barato. Uma revista de ¥900 (cerca de R$30) em formato físico, sai por cerca de ¥550 (cerca de R$ 20) no digital.

A outra questão que talvez interesse a vocês é: como vão as vendas por lá?

Apesar de o Japão ainda ter um mercado editorial bem robusto no que se diz respeito as revistas, assim como aconteceu no Brasil, há um declínio bem claro nas vendas.


Esse é o gráfico do Weekly Bunshun, uma das revistas de maior circulação do país. Essa revista é bem infame dentre fãs de idols porque é onde os principais escândalos são publicados. Independentemente disso, as vendas deles sempre foram excelentes. Eles vendiam quase 800 mil cópias em 2008, enquanto no ano de 2025 eles vendem cerca de 400 mil.

Não entenda mal, 400 mil ainda é um número excelente, mas não deixa de ser metade do que foi um dia. É difícil dizer se o mercado ainda vai encolher mais ou se ele vai chegar em breve em algum platô e o mercado vai se estabilizar por volta desses valores.

- VIVI


A Vivi é uma revista voltada principalmente para o público feminino, com bastante foco na parte de moda. Apesar disso, na revista você costuma encontrar dicas de lugares para visitar, algumas pequenas entrevistas e bastante publicidade embutida no conteúdo da revista. A revista é publicada mensalmente.

Digo embutida porque a Vivi e outras revistas que falam de moda e tendências costumam se aproveitar da popularidade da revista para vestir suas modelos com as marcas e tendências do momento. Isso une o útil ao agradável, já que eles podem mostrar na revista o que é a tendência (como conteúdo) e ao mesmo tempo divulgar essas marcas (publicidade).

Se você olhar a revista vai ver que ela tem pouca publicidade explicita, e apenas algumas páginas tem spots publicitários de produtos específicos. Quase sempre eles mostram a tendência com uma de suas modelos e aproveitam para mostrar os produtos que eles tem para vender.

Acho que é bom também falar do sistema adotado por boa parte das revistas mais populares - as modelos exclusivas. É comum que modelos, que nesse caso nem sempre são exclusivamente modelos de carreira, sejam contratadas exclusivas da revista e apareçam com muita frequência. A Vivi por exemplo tem a Yamasaki Ten do Sakurazaka46 como modelo, e por isso ela sempre aparece na revista. Outras modelos são rotativas, dependendo do conteúdo da edição.

Capa da Vivi de Dezembro de 2025

Acredito que a referência que a maioria das pessoas tem de capa de revista japonesa são as capas da Shonen Jump, Weekly Shonen Magazine e similares. Nelas você vai ser vários personagens de mangá com alguma modelo na capa, e dependendo da revista, em mizugi ou coisas um pouco mais apelativas.

Nas revistas voltadas para o público feminino, como é o caso da Vivi, esse estilo é quase inexistente. A capa da Vivi é bem limpa, com apenas uma das modelos (nesse caso a Tenchan, que eu escolhi de forma completamente não enviesada e neutra, pode confiar) e apenas algumas menções ao conteúdo da edição.

Apesar da Vivi parecer só um grande spot publicitário para as marcas do momento, ela é bem imbatível na qualidade dos ensaios fotográficos.


Talvez você tenha ficado curioso com quais são as tendências para a nova estação. Para isso a gente precisa entender um pouquinho um dos truques das revistas: boa parte do tempo, a revista não fala em nome próprio. Frequentemente, a revista fala em nome das modelos, em um tom de experimentação.

É comum que você veja algo no estilo "Nessa estação eu decidi experimentar X, e gostei". Na imagem acima o tom usado é realmente esse: "Eu sempre quis usar roupa de pele". Talvez até seja verdade que ela tinha o interesse de usar esse tipo de roupa, mas o que entra na revista são as coisas do momento. Ela ter o interesse de usar só é meio conveniente.

Em outros momentos é até mais explicito a parte da publicidade - as imagens bem frequentemente vem acompanhadas com o valor das peças em si, além dos nomes delas para facilitar para quem tiver interesse.

Ah claro, não pode faltar alguma coisa ao estilo signo para as pessoas se associarem. Isso não é algo exclusivo daqui. Nesta edição da Vivi eles fazem associação do teste de 16 personalidades com estilos de roupa.


Como mencionei anteriormente, a revista também costuma trazer algumas entrevistas com algumas bandas ou artistas, geralmente traçando um perfil da banda com algumas palavrinhas dos membros.

As fotografias são sempre muito bonitas e a diagramação da revista também é muito bem feita. As revistas japonesas usam muito a vantagem que eles tem sobre as revistas ocidentais com o tategaki, que é o nome dado aquela escrita feita em colunas, ao invés das tradicionais feitas em linhas horizontais.

Algumas entrevistas são realmente boas, mas como a Vivi tem um conteúdo fotográfico bem carregado, por vezes a parte textual acaba sendo bem encurtada. Por isso, ela não é exatamente famosa por grandes entrevistas nem nada do tipo. Apesar disso, é bem legal quando uma banda ou artista que você gosta aparece na Vivi, porque a parte fotográfica é excelente.


E por fim temos as partes que são publicidade mais explicita.


Uma coisa que acho legal na Vivi (e também em algumas outras revistas) é que eles costumam dar bastante crédito aos fotógrafos e as modelos. É bem fácil de encontrar que trabalhou nas fotografias e também na edição de partes específicas das revistas.

- JUNON

A JUNON também é uma revista voltada para o publico feminino, e em teoria ela também fala de moda. Ela costuma focar mais em artistas e modelos masculinos, aos quais vários são mais populares entre as mulheres. Acontece que a JUNON acaba sendo bem menos focada em moda, e costuma dar muito mais espaço para entrevistas e conteúdo escrito do que revistas como a Vivi.

O conteúdo fotográfico, embora não seja ruim, é bastante abaixo do que vemos na Vivi. Por outro lado, se você quer ler uma entrevista de algum artista que você gosta, a JUNON é a revista que você vai preferir comprar.


As capas da JUNON são bem características. Ela tem uma diagramação extremamente simplista. É quase como se o índice da revista estivesse todo na capa. Ela de fato tem basicamente todo o conteúdo da revista ali diante dos seus olhos.

A diagramação da revista costuma ser mais simplista. Sem muito texto sobrepondo imagem, se utilizando bem mais de colagens de fotos. Isso de certa forma lembra o que é feito na capa da revista.


Essa revista também tem um tom menos publicitário no quesito moda do que a Vivi. No lado dos artistas, bem, é bem óbvio que os que estão aparecendo ali estão para se promover, mas é jogo justo já que um precisa do outro.

Isso não significa que ela não tenha publicidade. Ela só é um pouco mais sutil na maior parte da revista.


Essa edição inclusive tem uma parte relativamente extensa do One N' Only. Esses meninos vieram para o Brasil como atração do Anime Friends alguns anos atrás e eu tive a oportunidade de vê-los. Eles mandaram muito bem por sinal, mesmo não conhecendo a banda a fundo. Foi bem divertido.


Também é comum que algumas revistas sejam mais associadas a certos grupos musicais, agências de talentos ou grupos de idols. É uma das maneiras de fazer com que os fãs de certos grupos comprem mais a revista. A JUNON hoje faz cobertura e frequentemente tem membros dos grupos da Stardust Promotion, conhecido mais especificamente como Star Planet.

Na página da esquerda tem um pequeno message board dos membros de alguns dos grupos da Stardust.

Acho que não tem muito mais que eu possa falar da JUNON. Ela tem uma estrutura bem própria, ao mesmo tempo que ela tem um estilo bem simples. Acho que ela é uma das mais confortáveis pra leitura, já que não é uma revista que você vai apenas virar páginas até acabar.

- BRODY


A BRODY é um caso bem complicado, porque ela mistura várias coisas. Assim como a JUNON, ela costuma ter um conteúdo textual bem maior. Ela realmente faz matérias bem grandes sobre artistas, atrizes e modelos quando eles aparecem na revista. Se um artista favorito seu for capa, pode ter certeza que ele vai ter muitas páginas dedicadas a ele.

Ao mesmo tempo, a revista tem no meio dela uma sessão de fotos sensuais com modelos variadas. Não é nada explicito, mas você tem que estar ciente disso ao comprar.


A revista costuma cobrir idols, mas por vezes também tem outros artistas na revista. Nessa edição em específico há um perfil bem extenso da nova geração do Hinatazaka46.

O conteúdo fotográfico é variado. Há páginas inteiras só de fotografia, enquanto outras são praticamente puro texto. A qualidade das fotografias é boa, embora ainda não do nível das revistas mais focadas nisso.


Por fim, é uma revista bem mais curta que as outras. Ela costuma ter por volta de 50-60 páginas. Para efeito de comparação a Vivi costuma ter cerca de 140-150 páginas. Apesar disso, a Brody é um tanto mais cara - a versão digital dela custa ¥1300, enquanto a Vivi digital custa ¥550 e a JUNON ¥715.

É uma diferença bem considerável. Eles devem confiar bastante que os fãs dos grupos e artistas presentes na edição vão comprar a revista. Se custa isso é porque tem quem pague.

Acho que só é uma revista que vale a pena se alguém que você realmente gosta vai aparecer. Não é um tipo de revista para se comprar regularmente.

- EGG MAGAZINE

Eu queria terminar com uma revista mais antiga, para entender o que tinha de diferente nas revistas de antes. Decidi que algo dos anos 2000 parecia o ideal, já que é um bom meio termo entre o estilo moderno das revistas e o estilo mais retro que era visto nos anos oitenta e boa parte dos anos noventa.

A Egg Magazine foi uma revista voltada para as gyaru, uma subcultura e estilo de moda que foi bem popular no fim dos anos 90 e boa parte dos anos 2000. A moda existe até hoje, embora o ápice de popularidade tenha ficado no passado. Um bom testamento disso é a própria Egg Magazine, que durou de 1995 até 2014, quando não tinha mais circulação suficiente para se manter. O termo "gyaru" as vezes é usado um pouco pejorativamente para se referir a garotas fora do padrão que a sociedade japonesa espera, mas o estilo em si existiu independente das conotações do termo, que originalmente significava outra coisa.

A Egg foi durante muito tempo a principal referência das gyaru em termos de estilo e moda. A revista é por si só um testamento às revistas da época, embora com algumas ressalvas. A revista tinha um estilo mais vibrante do que as concorrentes, porque o estilo em si exigia isso. Apesar disso, em termos de diagramação, fotografia e estilo editorial, ela tinha elementos em comum com outras da época.


Eu li "Bora to be the girl" na primeira vez

Talvez o mais interessante é que a Egg não tinha sempre capas extremamente chamativas, embora o estilo das modelos raramente passe sem chamar a atenção por si só.

Não se engane, na mesma revista temos páginas como essa:


Como você deve ter notado, as gyaru tem um estilo bem vibrante. Isso muitas vezes se traduzia nas cores das vestimentas, o que enriquecia bastante o conteúdo visual da revista. Por isso, a diagramação e a tipografia usada frequentemente eram feitas para acompanhar o estilo, com cores feitas para combinar.

Acho que nem sempre eles acertavam, e em algumas páginas a leitura acaba sendo prejudicada pelo uso de certas cores.


Se tem algo que permanece é a publicidade embutida por toda a revista. Quase sempre as fotos vêm acompanhadas de preços e onde comprar certas roupas usadas pelas modelos, além de acessórios e afins. Nada diferente do que vemos nas revistas atuais - afinal, esse é o modelo de negócios das revistas desse segment.

Em algumas revistas era bem comum ter páginas em papel jornal, em tons monocromáticos, geralmente preto e branco. Nessa páginas as vezes eram publicadas coisas bem esquisitas, e em outras vezes, simplesmente anúncios e coisas aleatórias.


Por exemplo, no canto inferior direito dessa página temos uma sessão dedicada a garotas com peitos grandes. O título é basicamente "Não existem garotas más com peitos grandes". Por fim, a aparente vencedora diz que o namorado dela enfia a cara nos... enfim, vocês sabem pra onde isso vai.

Nas letras miúdas ali de baixo você vê gente falando de querer fazer sexo em público e coisas do tipo.

Só pra deixar claro; esse não era exatamente o padrão. Como mencionei, as gyaru eram vistas como um movimento contra vários padrões sociais, e isso incluía falar de coisas sexuais bem mais abertamente. Isso não é algo que você vê muito nas revistas mais dedicadas ao público feminino em geral - nesse sentido a Egg não era exatamente padrão.

Essa mesma página tem conteúdo bem mais inocente, como por exemplo uma gyaru experimentando lâmen em um determinado local. O conteúdo dessas páginas era bem variado. Alguns diriam que as vezes variado até demais.


Algumas publicidades eram realmente bem específicas para as gyaru. O que faz total sentido, obviamente. Nessa página acima, são vários locais de bronzeamente, uma prática bem comum entre as gyaru. Alguém podia testar se esses números ainda funcionam - minha operadora por algum motivo não faz chamadas internacionais.

Essa não é a única, e há várias outras publicidades com coisas relacionadas a modificações no corpo.


A revista também tinha assuntos mais gerais e variedade, como pequenos reviews de álbuns e outros lançamentos. Alguns tinham reviews mais extensos. Nesse edição, por exemplo, há um review um pouco maior do álbum "Black & Blue" dos Backstreet Boys e também, claro, do álbum novo da Namie Amuro.


Ah, isso aqui tem o cheiro da internet da época. O endereço com "/?gb" no final, e um serviço que aparentemente já não existe mais.

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Não tenho muita coisa de revista para mostrar, mas essas são fotos de uma edição da Nicola, uma revista também voltada para as jovens do público feminino. Acho que pelas fotos dá pra ter uma noção melhor da textura e de como são as páginas das revistas. Em termos de textura e gramatura, não é lá muito diferente do que você vê nas revistas aqui do Brasil. As páginas em papel jornal são um pouco mais grossas, mas não é por muita coisa também.

Essa edição é de 2014, então já data mais de uma década atrá, e por isso já tem um estilo um pouco diferente de como é a Nicola hoje. Apesar disso, acho que vale o registro das imagens.








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Obrigado por ler.








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